Quarta-feira - Palestra Indochina


Indochina, por Jorge Vassallo
Quarta (dia 14 Out) às 21h30 - Fnac Vasco da Gama

Nesta apresentação, Jorge Vassallo, autor do livro e blog, "Até Onde Vais Com 1000€", fala da sua experiência de viagem. Do prazer de pernoitar num alojamento familiar ou percorrer o país em autocarros locais. Percorremos os mercados, saimos das multidões, e adquirimos um conhecimento autêntico e real dos locais. Nesta palestra partimos para a Indochina, para compreender e explorar estes países do Sudeste Asiático.

Veja mais informações sobre a viagem Indochina (com Jorge Vassallo) em: http://www.nomad.pt/asia/vietname/viagem4/descricao.htm

À Espera dos Tártaros, por Gonçalo Cadilhe


Às vezes chegam a meio da noite, quando os ocupantes do forte já estão a dormir, e seguem as suas danças de acasalamento, os seus rituais antigos, as suas hierarquias cautelosas — indolentes os mais fortes, nervosos os mais fracos — ao abrigo dos olhares ávidos e indiscretos dos humanos. Outras vezes chegam à luz do dia, e a notícia corre rapidamente por toda a fortaleza: as sentinelas abandonam qualquer posição que ocupem e precipitam-se em silêncio para a muralha ocidental.

Não é por acaso que a muralha olha a Ocidente. Na melhor das hipóteses, chegam ao fim da tarde, avançando contra a luminosidade quente e bruxuleante da savana, e um murmúrio de felicidade percorre o bastião. Os que se encontram presentes, os que tiveram a sorte de agarrar o momento, sabem que ganharam a recompensa por todos os esforços, sacrifícios e custos que passaram para estar aqui. Sabem que estão a experienciar um fim de tarde único nas suas vidas.

O Forte Namutoni é um lugar de espera. Sem certezas. Turistas de todo o mundo chegam a este posto avançado da civilização e espreitam para lá dos seus baluartes o fundo da África primordial. Com sorte, vêem. É a vida na Terra o que vêem; e é a alegria de estar vivos o que sentem. Como se o excesso de azáfama existencial que assedia o forte contagiasse depois os seus ocupantes. Sim, é isso: sentimo-nos mais vivos em Namutoni.

Situado na orla do grande deserto de sal de Etosha, o forte de Namutoni é um dos três lugares onde os seres humanos podem pernoitar dentro do esplêndido Parque Nacional de Etosha, que é na minha opinião a melhor reserva natural do continente africano. Ao contrário dos outros parques que conheço, o Etosha encontra-se num semi-deserto, com pouquíssima vegetação e pontos de água raros e dispersos. Por isso, é muito fácil avistar a fauna selvagem neste descampado árido e descoberto. Basta conduzir até um dos poucos charcos da região: ela concentra-se lá.
Na base da muralha ocidental de Namutoni encontra-se um desses charcos, e pode acontecer que os animais selvagens decidam vir beber aqui. Elefantes, rinocerontes, girafas, leões, leopardos, gnus, ou mesmo um mesquinho chacal são motivo de júbilo atrás das muralhas. Porque é diferente andar a conduzir pelas estradas do parque, e ver com alguma certeza animais na distância; ou estar ao pôr-do-sol sentado no forte e, se tivermos sorte, ver a poucos metros, na base da muralha, esses mesmos animais. Uma diferença de perspectiva. Uma diferença abismal: No carro, vemos os animais na distância, em horizontal; a partir da muralha, vemo-los ao pé de nós, ali em baixo. Como ver ópera num ecrã de televisão, ou em directo no São Carlos. Com o bónus de, aqui, poder ter um copo de vinho branco na mão ao longo do drama.

Por isso, o fascínio desta muralha ocidental de Namutoni: um palco que permite espreitar para fora do espaço hermético e familiar do forte a realidade primordial de um planeta que só recentemente nos acolheu também a nós, espécie humana, e que nos colocou sempre grandes dificuldades em sobreviver.

O forte foi construído em 1906 na orla do grande deserto de sal do Etosha. A potência colonial que ocupava a Namíbia nessa altura, a Alemanha, tentava evitar o contrabando de armas para as tribos de Ovambos e Hereros. Era uma fortificação no limiar de um mundo de fantasia e mistério com um punhado de soldados europeus a vigiar um dos mais recônditos pedaços de África negra que era, paradoxalmente, de uma brancura frígida e desoladora.

Passaram muitos anos. E muitas guerras, que tornaram o forte obsoleto e quase ridículo pela sua fragilidade. Foi de facto praticamente abandonado até que em 1950, com o número de visitantes do Parque a crescer exponencialmente, foi recuperado como estrutura turística. O Etosha existe como reserva de caça desde 1907, mas dos 99.526 km2 que ocupava há algumas décadas atrás mantém hoje apenas um quarto dessa área: qualquer coisa, mesmo assim, equivalente ao Alentejo.

É severamente proibido visitar o parque fora de uma viatura. Por outras palavras, os seres humanos no Etosha não podem sair do carro nem sequer debruçar-se das janelas. Por razões de segurança, naturalmente, mas também de conservação: desta forma, a vida selvagem não se habitua à presença humana, apenas ao movimento lento de chapas de carroçaria, ao rumor ronronante de pneus e ao cheiro da combustão do petróleo.
O parque possui apenas três centros de alojamento para os visitantes humanos — para além de Namutoni, também Halali e Okakujo, mas estes dois, anónimos resorts, não têm a graça nem o peso histórico do forte. E, tal como o habitáculo fechado de uma viatura, também estes “resorts” são herméticos, literalmente “vedados” à realidade que os rodeia. Aliás, os resorts são sempre assim. Mas o Namutoni é também um forte. Foi esta associação de ideias que me fez recordar o “Deserto dos Tártaros”, livro fabuloso de Dino Buzzati que faz parte da lista das obras de ficção que eu levaria para a ilha solitária.
Buzzati conta-nos a história do tenente Drogo, transferido no início da carreira para uma fortaleza solitária no topo de uma montanha isolada, no confim do Império, na orla do deserto dos Tártaros. Os inimigos, no entanto, deixaram há muito de aparecer e que já ninguém se lembra como são ou quando efectuaram o último ataque. Mas Drogo passa meses, depois anos, por fim toda a sua vida, a perscrutar o horizonte. É preciso nunca baixar a guarda, continuar a vigiar porque a qualquer momento os Tártaros podem fazer uma incursão. É preciso ter paciência. Uma vida a defender um pequeno espaço hermético e familiar de tudo o que nos é diferente, estrangeiro, incompatível.

Esta é apenas uma das leituras, um dos resumos, possíveis do livro de Buzzati, claro. Mas estou à espera no forte, o sol que vai bruxuleando e desaparecendo na savana, o copo de chardonnay na mão com os amigos espalhados pelo baluarte a perscrutar o horizonte. Talvez nós, sentinelas humanas de Namutoni, nos tenhamos tornado tão estrangeiras e incompatíveis com a vida natural que decorre ali fora, como os Tártaros eram incompatíveis com o Império.
Mantenho-me talvez apareçam esta noite, de preferência não muito tarde, talvez ainda não esteja a dormir e consiga seguir as suas danças de acasalamento, os seus rituais antigos, as suas hierarquias cautelosas, indolentes os mais fortes, nervosos os mais fracos. Talvez testemunhe um pouco de azáfama existencial e me sinta também eu um pouco mais vivo esta noite.

Gonçalo Cadilhe publica regularmente as suas crónicas de viagem no Expresso. É escritor e líder Nomad em África.

Conheça em http://www.nomad.pt/africa/africasul/viagem4/descricao.htm mais detalhes sobre a viagem "Àfrica Acima, com Gonçalo Cadilhe"

António Sá: DIGI Graphie by Epson

Veja a galeria do líder António Sá na DIGI GRAPHIE da Epson aqui

Consulte www.nomad.pt/viagensfoto para ver as nossas viagens/passeios/workshops com o António Sá

Um lugar ao sol, por Tiago Salazar

Defronte da calle de Santa Maria ouvem-se os ecos dos grandes slogans comunistas. Señores imperialistas no les tenemos absolutamente ningun medo. Entre a Havana Vieja, das muralhas de castelos espanhóis convertidos em atracção turística, dos retratos do francês Vernay alusivos à chegada do descobridor Cristóbal Colón, da Bodeguita del Médio, bar-restaurante celebrizado por Hemingway nos anos 50, e a Havana pós-colonial, apinhada de bairros sociais decrépitos e indigentes, há todo um abismo. O manto do realismo tornado mágico pela literatura é apenas glorioso nas páginas de «Três Tristes Tigres», de Guillermo Cabrera Infante ou «Paradiso», de José Lezama Lima. (...)

Tiago Salazar

leia o relato completo aqui

viaje até Cuba com o Tiago, para mais informações clique aqui

Workshop Fotografia de Viagem (com António Sá)

inscrições e mais informações em: http://www.nomad.pt/viagensfoto/

Istambul: Voos a 150 Euros!


Voos a 150€ para "Istambul: uma viagem literária"
A Nomad pode reservar voos a 150 € com a Lufthansa com as seguintes condições:
Saída de Lisboa sexta-feira, dia 27 Nov (partida às 6h00 ou às 17h00)
Regresso a Lisboa quarta-feira, dia 2 de Dezembro (21h40)
Reserva obrigatória até à próxima sexta-feira (18 set)

Brevemente... África Acima com Gonçalo Cadilhe

"A pausa do transiberiano" - por Tiago Salazar

"Perder um comboio nada tem de transcendente se estivermos num ramal familiar (por e.g. a linha do Estoril) de bom astral (por. e.g. na Andrómeda de Andrade), com um livro de bolso (por e.g. do poeta Eugénio) ou na companhia certa (por e.g. a madame Eva). Naquela tarde do Verão russo de 5º tinha apenas a meu favor a madame Eva. Estava por essa altura em Ulan-Ude, a caminho da China, na rota do transiberiano que em condições normais me levaria a Pequim cinco dias mais tarde, depois do Gobi e da Grande Muralha. Por instantes, Pequim pareceu-me um lugar de outra galáxia e todos os russos do apeadeiro uma horda de ursos ameaçadores. (...)"

Tiago Salazar

leia o relato completo aqui

viaje pelo Transiberiano aqui

Descoberta da América Central | Chicken Bus

"Proponho desde já que todo o nosos sistema de transportes públicos seja substituído pelo famoso "Chicken Bus". Andaríamos todos mais felizes ..."
João Ochoa na viagem Descoberta da América Central

Istambul: Uma viagem literária (com Tiago Salazar)

Istambul - antiga Constantinopla - encarna o encontro entre o Ocidente e Oriente. Neste city break, que também é um workshop de escrita de viagens, vamos seguir os passos de autores como Pamuk (Prémio Nobel de Literatura), Marco Polo ou Agatha Christie enquanto visitamos os locais mais interessantes de Istambul. Da histórica Sultanahmet aos mais cosmopolitas bairros de Taksim, absorvemos a essência desta cidade que está dividida entre a Ásia e a Europa.

Tiago Salazar é formador na escola Escrever. Autor dos livros "Casa do Mundo" e "Viagens Sentimentais". Colaborador de revistas de viagem como Volta ao Mundo ou Rotas & Destinos e fez parte da equipa fundadora da Blue Travel. É também jornalista no Diário de Notícias.

Destaques:
- Desvende a herança dos Impérios Romano, Bizantino e Otomano
- Encante-se com o charme de Taksim
- Navegue pelo Bósforo
- Visite a Mesquita Azul, Hagia Sophia e Sultanahmet
- Deambule pelo mercado das especiarias
- Sinta a cidade pelas palavras de autores como Pamuk ou Agatha Christie
- Participe num Workshop de Escrita de Viagem

mais info em: http://www.nomad.pt/medio_oriente/turquia/viagem2/descricao.htm

Travessia dos Picos de Europa | Feriado 5 Outubro

"Um programa muito bem organizado, com um guia excelente que demonstrava experiência e um bom contacto com os habitantes locais, assim como grande preocupação em relação ao bem-estar de todos os participantes. A companhia foi excelente. Houve uma dinâmica de grupo muito agradável em que reinou a boa disposição! Ficam as recordações das paisagens, do riso e do queijo cabrales!
Cristina D.

Nova partida a 4 de Outubro 2009
+ info aqui

Aldeias Berberes e Toubkal | Últimas Inscrições

"O contacto com as populações combinado com a beleza da paisagem, fazem deste trekking um sonho!"
Ana R.

últimas inscrições para a data de 12 a 20 Setembro 2009

Aventura na Índia | saída de 10 Outubro ESGOTADA

A data de 10 de Outubro da viagem "Aventura na Índia (com Inácio Rozeira)" está já esgotada.

Próximas datas com vagas:
- 31 Outubro a 15 Novembro 2009
- 21 Novembro a 5 Dezembro 2009

veja o vídeo da viagem aqui: http://www.youtube.com/watch?v=zD9YT9vCmjA&feature=player_profilepage

Diários da Mongólia

Diários da Mongólia é um blog dedicado este país da Ásia Central. Aqui encontramos relatos de viagem, fotos, notícias e informações culturais.

veja o blog em http://www.diariosdamongolia.blogspot.com/

Petra e o Melhor da Jordânia

"Não percam, vim de lá há duas semanas e adorei. A Jordânia nunca é o primeiro destino que nos lembramos de visitar, mas vale a pena. Os guias da Nomad mostram-nos o país "por dentro". Wadi Rum é espectacular."

Graça P.

Quatro Paragens no Vietname

Exposição de fotografia documental sobre o quotidiano de quatro cidades do Vietname. Um trabalho que resulta da aproximação do arquitecto Ricardo França a estes lugares e às gentes que os habitam.
“Vinte e uma fotos dão forma a um diário visual, instantes da minha viagem/pedaços de um quotidiano viajado pelos Vietnamitas, tantas vezes repetido durante tantos séculos”, como diz o próprio Ricardo França.
É um diário de viagem feito de fotografias intimistas.
Há imagens de ambientes únicos, mais e menos formais, sempre irrepetíveis: de trabalho, de lazer, de relações familiares, de preparação e venda de alimentos, de trajes típicos, de momentos fúnebres, de lembranças… É um documento onde identificamos a coabitação serena de práticas culturais modernas e ancestrais.

Lounge, de 21 de Agosto a 20 de Setembro.
Entrada livre

http://www.museudooriente.pt/

Música Portuguesa nos Himalaias

Os Terrakota vão actuar no dia 29 no Festival Confluence, na região montanhosa de Ladakh, na Índia, junto aos Himalaias, uma experiência única para o grupo português e que servirá para preparar o novo álbum.
O grupo segue hoje de viagem para a Índia, para um período de adaptação antes do concerto, já que o Festival Confluence, previsto entre 28 e 31 de Agosto, decorrerá a cerca de 3.500 metros de altitude junto à maior cadeia montanhosa do mundo.
A celebrarem dez anos, os Terrakota são um grupo de reggae a afro-beat nascido em Portugal e que integra músicos italianos, espanhóis e portugueses, com ascendência africana, e esta mistura cultural e social reflecte-se também na música.

Amundsen: O explorador perdido no Árctico

Foi o primeiro a chegar ao Pólo Sul, mas era o Norte que amava. Foi aí que o avião do explorador norueguês caiu há mais de 80 anos. Mas onde?
Por Joana Amaral Cardoso do Público

leia o artigo aqui

Workshop Fotografia de Viagem (com António Sá) - Últimas Vagas!

Últimas inscrições para o Workshop de Fotografia de Viagem (com António Sá).
Local: Lisboa
Data: 10 e 11 Outubro 2009
Preço: 95€
consulte o site do António em http://www.antoniosa.com/

Últimas Inscrições: Descoberta da América Central (com Carlos Carneiro)

A viagem "Descoberta da América Central" líderada pelo Carlos Carneiro tem partida confirmada para 3 de Setembro.

Se desejar juntar-se a nós nesta viagem, deverá confirmar a sua inscrição nos próximos dias!

Para mais informações visite o site em: http://www.nomad.pt/america_latina/guatemala/viagem2/descricao.htm

Por onde andamos.... Travessia dos Picos de Europa

O nosso guia Tiago Costa atravessa um pequeno campo de neve, já à porta do refúgio do Naranjo de Bulnes. Junho 2009.

Até onde vais com 1000€? - o livro



Acompanhe o Carlos e o Jorge numa viagem, veja mais detalhes em: http://www.nomad.pt/empresa.htm

Roma de mochila às costas por Gonçalo Cadilhe


O português que já viajou por todo o mundo esteve algumas vezes em Roma e fala-lhe do despretensiosismo da capital italiana. Conheça as propostas de Gonçalo Cadilhe para Roma no site do Jornal i em: http://www.ionline.pt/conteudo/15724-roma-mochila-s-costas-goncalo-cadilhe

Viaje com Gonçalo Cadilhe, veja como em: http://www.nomad.pt/empresa.htm

Quo Vadis Salazar?

Tiago Salazar, autor e líder Nomad, lançou recentemente o seu site. Em http://www.tiagosalazar.com/ podemos encontrar semanalmente uma das suas crónicas.

Palestra Fnac Lisboa: Ser Nómada...

Palestra Ser Nómada, na Fnac Colombo (Lisboa)
Sexta-feira 31 Julho às 22h na Fnac Colombo

Numa revigorante e divertida apresentação, Carlos Carneiro e Jorge Vassallo (que realizaram a viagem Até Onde Vais Com 1000€) falam da sua experiência de viagem. Do prazer de pernoitar num alojamento familiar ou percorrer o país em autocarros locais. Abandonamos as “tourist class” e as cadeias de hotéis. Percorrermos os mercados, saímos das multidões, e ao nível da rua adquirimos um conhecimento autêntico e real. Nesta palestra partimos para a América Central e para a Indochina, para compreender e explorar estas duas regiões.

Blog Dois Nómadas
Para partilhar as suas aventuras, o Carlos e o Jorge assinam agora um novo blog “Dois Nómadas” (http://doisnomadas.blogspot.com/) onde pode assistir à preparação – e depois à viagem – que estes dois líderes Nomad irão realizar em Setembro e Outubro com dois grupos de viajantes. O blog é o ponto de partida de histórias e aventuras pela América Central (Carlos) e pela Indochina (Jorge).

As viagens:

Descoberta da América Central (com Carlos Carneiro)
http://www.nomad.pt/america_latina/guatemala/viagem2/descricao.htm
Guatemala, Honduras, Nicarágua
3 a 20 Set 2009 (partida confirmada!)
1100 Euros

Indochina (com Jorge Vassallo)
http://www.nomad.pt/asia/vietname/viagem4/descricao.htm
Vietname, Cambodja, Tailândia e Laos
29 Out a 16 Nov 2009 (partida confirmada!)

1100 Euros

Jorge Vassallo nomeado embaixador da Ice Care

O líder Nomad Jorge Vassallo é o mais recente embaixador da Ice Care.

Ice Care, Climbing for climate
Já pensou se fosse possível assistir ao aquecimento global em tempo real? ICE CARE pretende tornar visíveis os efeitos e consequências das alterações climáticas. O desafio da equipa ICE CARE é escalar 5 glaciares no mundo, como forma de dar visibilidade ao aquecimento global. Estes 5 glaciares foram escolhidos com base num documento emitido recentemente pela UNESCO, onde se destacam os locais do mundo, património da humanidade, que estão a ser seriamente afectados pelo aquecimento global.
http://www.icecare.org/

Veja a bio do Jorge em www.nomad.pt/empresa.htm e acompanhe o seu blog em http://www.doisnomadas.blogspot.com/

Viagem Foto à Islândia - Esgotada!

A segunda viagem fotográfica foi novamente um sucesso! 15 fotógrafos amadores irão juntar-se ao nosso líder António Sá num workshop ao ar livre, enquanto exploram as paisagens da Islândia.

No seguimento das viagens fotográficas pelos ecossistemas da Terra, a Islândia representa o ecossistema árctico.

Veja mais informações sobre viagens, workshops e passeios fotográficos em www.nomad.pt/viagensfoto

Palestras FNAC: Ser Nómada...

Vamos estar em algumas lojas da FNAC, a conversar/debater/trocar ideias sobre um tema de que todos gostamos: viajar. O que é ser nómada? Que tipo de satisfação, realização, felicidade encontramos em viagens? Que destinos? Que caminhos? Apareçam para partilharmos ideias!

Ser Nómada
Sab: 18/07 - 22:00 - FNAC GaiaShopping
Dom: 19/07 - 15:00 - FNAC MarShopping
Sex: 31/07 - 22:00 - FNAC Colombo

2000 amigos no Facebook

A página de fãs da Nomad atingiu os 2000 “amigos”. Obrigado a todos!

Ainda não é amigo? Vá a http://www.nomad.pt/ e procure o botão do Facebook…

Gripe A - Recomendações aos viajantes


clique nas imagens para ampliar

A Viagem como Aventura, por António Sá





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Diários de Viagem: Travessia dos Picos de Europa

Na nossa Travessia dos Picos de Europa de Junho, encontramos a montanha ainda num estado Invernal. Os fortes nevões do último Inverno e a inesperada queda de neve na Primavera, fez com que a montanha se apresentasse ainda com um forte manto de neve no início do Verão. É bom ver a natureza a voltar um pouco à “normalidade”, com um verdadeiro Inverno com queda de neve e frio como era habitual. Que seja um bom presságio para o futuro.

Falando em alterações climáticas, aproveito para chamar a atenção para o projecto Ice Care, que se encontra neste momento a caminho dos Alpes.

Tiago Costa
Líder Nomad para o Nepal e Picos de Europa

Mais infos sobre a Travessia dos Picos de Europa em: http://www.nomad.pt/peninsula_iberica/picoseuropa/viagem2/descricao.htm


Palestras Fnac Porto: Islândia e Índia

Palestras Nomad na Fnac Santa Catarina (Porto)


Terça, 30 Junho às 18h30: Uma Aventura na Índia, por Inácio Rozeira
http://www.nomad.pt/asia/india/viagem6/descricao.htm



Quarta, 1 Julho às 18: Viagem Fotográfica ao Árctico, por António Sá
http://www.nomad.pt/europa/islandia/viagem2/descricao.htm

Por onde andamos.... Travessia dos Picos de Europa

“Paisagens espectaculares e poderosas, possibilidade de conhecer aldeias recônditas com gente afável, como ( já) não há nas cidades...e tão próximo de nós”

Francisco M.

Mais além... Por Gonçalo Cadilhe

É o meu último dia em África, depois de alguns meses sem muita direcção na minha errância. Ainda bem. Regresso ao Cabo da Boa Esperança e tudo neste beco sem saída do mundo, aberto à fúria de dois oceanos desencontrados, pede liberdade, devaneio, improvisação. É o meu último dia em África e sinto-me feliz e aluado — um momento passageiro de tontura, breve e desconcertante como devem ser todos os estados de felicidade. Quem sabe? Se eu pertencesse a estes territórios que já se confundem com a linha do horizonte tudo isto seria banal e óbvio. Mas não: estou de passagem.
Tento aproximar-me da ponta da falésia. Não posso, o vento é demasiado forte, sopra na direcção errada, atira contra o infinito. É esta a falésia que viu passar o primeiro europeu em busca das Índias, e o mesmo deslumbramento atemorizado continua a tomar conta dos que a procuram com o olhar, tantos séculos depois. Tudo é permitido à imaginação, aqui: monstros marinhos, animais fantásticos, tribos antropófagas, promontórios indomáveis, maldições melodramáticas, tempestades desumanas, desertos sem vida. Este é um dos lugares mais sedutores e surpreendentes do planeta, a fantasia humana não teria conseguido criar um ambiente tão misterioso e variado. Algo mais — um ser superior, um deus desconhecido, uma força sobrenatural, um deles pôs mãos nas baías, montanhas, ondas, perturbações atmosféricas, vendavais uivantes, plantas e animais que festejam o fim de África, o princípio da imaginação.
Non Plus Ultra é agora aqui. A inscrição que, segunda a lenda, os antigos habitantes do Mediterrâneo gravaram nas colunas de Hércules a assinalar o fim da Terra conhecida, viajou nas naus portuguesas de norte para o sul do continente e não dobrou o cabo com elas. Não mais além aqui. Conhecida hoje, a Terra mantém no entanto lugares assim: pontos de retorno, lugares que são limites, estradas que só regressam, não continuam, atmosferas que nos mantêm ligados a perplexidades ancestrais. Amanhã, em Portugal ou qualquer outra coordenada do globo, tudo será outra vez mais racional, certo, seguro, explicado, cinzento.

Gonçalo Cadilhe

Blog: Dois Nomadas

Dois Nómadas, dois destinos. O Carlos escolheu a América Central e o Jorge a Indochina.
Os mais recentes líderes Nomad irão levar um pequeno grupo de viajantes a explorar estas duas regiões do globo.

A primeira viagem é já em Setembro com o Carlos, para a América Central. Depois em Novembro é a vez do Jorge partir para a Indochina.

Para mais informações e reservas podem consultar o site da Nomad em:

Clique aqui para: América Central

Clique aqui para: Indochina

Para acompanhar a preparação da viagem, visite o blog Dois Nómadas em: http://www.doisnomadas.blogspot.com/